As coisas obvias e simples passam despercebidas muitas vezes diante de
nós. E a gente perde a poesia, a poesia do cotidiano. A poesia do NOSSO
teatro magico. O ontem acabou, passou, já foi. Daqui a pouco nem existe
ainda, nem começou. E a gente só tem o agora, para poder se declarar.
Para poder criticar, para poder olhar no olho, para poder se confessar.
Para SER e ESTAR.
{ O Teatro Mágico }
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